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Ponto Morto

*Por Renniê Paro

Uma peça teatral que tenta explorar as possibilidades de um diálogo repleto de fraturas, repetições e até mesmo um conceito um tanto nonsense entre um portador de síndrome do espectro autista e seu pai, ambos acima dos 40 anos.

Como toda síndrome, o texto leva o público a refletir sobre temas pouco explorados e até mesmo evitados pelas pessoas, muitas vezes por medo, discriminação, ignorância ou exclusão social.

Ponto-Morto
O tema central é a incapacidade crescente do pai em aceitar as limitações que o transtorno autista impõe ao filho.

Ponto Morto nos faz refletir sobre o que aceitamos ou não em nós e nos outros e como lidar com momentos de frustração. A peça está em cartaz até o dia 29 de agosto, no Teatro Sérgio Cardoso.

A autoria é de Helio Sussekind e o elenco conta com Luciano Chirolli e Marat Descartes. A direção fica com Camilo Bevilacqua e Denise Weinberg e a direção de Produção e Produção executiva contam com a experiência de Marcella Guttmann.

Sobre o Editor

Renniê Paro

Jornalista, assessora de comunicação e poetisa nas horas vagas. Amante de esportes, principalmente artes marciais. Última paixão? O boxe. Encaro os treinamentos como encaro a vida: de frente, sem medo. Unindo a força à inteligência. Teatro, cinema e livros são paixões. Amigos? Poucos e bons, sempre por perto. Família é a base de tudo. A vida? Uma verdadeira diversão, repleta de possibilidades

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