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Nunca é tarde demais para amar

Por Renniê Paro

Essa é a vertente que faz parte da atmosfera da peça Elza e Fred, com Suely Franco e Umberto Magnani, atores nacionais já consagrados. Com texto de Marcos Carnevale, Lily Ann Martín e Marcela Geraghty, direção de Elias Andreato e música ao vivo dando um toque especial ao comando de Jonatan Harald, o roteiro do espetáculo é a demonstração de como após muitos anos, encontros e desencontros, o amor pode surgir novamente na vida de todos nós.

ELZA & FRED 1 - DNG

Em cartaz no Teatro Folha, a montagem brasileira desta história de amor na melhor idade focaliza o tema do envelhecimento em suas várias vertentes e desenvolve-se a partir do momento em que Fred se transfere para um novo prédio, logo após ficar viúvo. Neste novo endereço, Elza será sua nova vizinha. Ela, muito atirada e comunicativa, tenta viver intensamente cada dia, enquanto Fred é hipocondríaco e muito quieto. Mesmo com estas diferenças e com a insistência de Elza, os problemas são superados, mostrando aos dois que nunca é tarde para amar.

Otimismo e posicionamento perante a vida são os principais focos do enredo, que deixa claro a capacidade e importância de nunca deixar de sonhar. Acredito que o que envelhece não é o passar dos anos, mas sim a rotina enfadonha pela qual nos deixamos levar. Passar a ver beleza nas pequenas coisas da vida é o que nos mantêm vivos e amando.

Sobre o Editor

Renniê Paro

Jornalista, assessora de comunicação e poetisa nas horas vagas. Amante de esportes, principalmente artes marciais. Última paixão? O boxe. Encaro os treinamentos como encaro a vida: de frente, sem medo. Unindo a força à inteligência. Teatro, cinema e livros são paixões. Amigos? Poucos e bons, sempre por perto. Família é a base de tudo. A vida? Uma verdadeira diversão, repleta de possibilidades

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